autor • diário • obra viva

Aos cinquenta anos, começou a obra que esperou uma vida inteira.

Zé Otavio Motta escreve para transformar memória, autismo e corpo em linguagem literária.

Pré-reservar coloca você na lista de interesse. Não é compra, ação promocional ou exemplar sem custo. Leia o início: o menino, a mulher de cintura fina, o homem de bigode e a primeira travessia do corpo.

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Este sítio reúne o livro, o diário e os primeiros caminhos de Re-Cordis. Entre pelo trecho, siga pela obra e volte quando quiser acompanhar a escrita acontecendo.

Três motivos para ler Re-Cordis

Autismo sem simplificar

Um livro sobre autismo sem reduzir uma vida a diagnóstico. Primeiro se sente. Depois se entende.

Corpo, infância e linguagem

Uma autoficção sobre ruído, escuta, vogais, memória, vergonha, sobrevivência e reconstrução.

Uma estreia aos 50

Um escritor que começou aos cinquenta anos transforma uma vida inteira de desencontro sensorial em linguagem literária.

O menino tinha um jeito de ouvir o mundo parecido com o zumbir das abelhas.

trecho de Re-Cordis

Para quem chegou agora

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“Já li o bastante para saber que o texto deslisa. Sua pegada é firme e atraente.”
Antônio Torres
“Todos que imaginam que te conhecem devem ler este livro.”
Nidia Motta — mãe

Motivos de Re-Cordis

escutalíngua das abelhas
memóriavoltar a passar pelo coração
mentepalavras voadoras
corpooxigênio, ritmo e sobrevivência

O menino tinha um jeito de ouvir o mundo parecido com o zumbir das abelhas.

Sinais da obra

escutalíngua das abelhas
corporespiração curta, arrepios e ânsia
memórialetras e palavras sem som
Re-Cordis
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