Re-
Cordis

Livro inaugural

Da língua das abelhas ao escritor aos cinquenta anos.

Uma vida que escutou consoantes, zumbidos e silêncios antes de encontrar a própria língua.

Um romance de autoficção sobre diagnóstico tardio de autismo, infância, corpo, memória, oxigênio e linguagem.

O livro não pede pena. Pede escuta, respiração e presença.

Ficha técnica

EditoraFrancisco Alves
Ano2026
EditorCarlos Leal
LançamentoPEN Clube do Brasil

Sinopse curta

Uma vida encontra sua língua.

Re-Cordis é um romance de autoficção sobre uma vida atravessada pelo autismo antes que o autismo tivesse nome. Da infância marcada por ruídos, escuta fragmentada e corpo em alerta ao diagnóstico tardio, o livro transforma memória em linguagem literária.

Sinopse expandida

Corpo, infância e diagnóstico tardio.

Re-Cordis acompanha uma vida que só pôde ser compreendida muitos anos depois de ter sido vivida. O livro nasce da fronteira entre memória e invenção, compondo uma autoficção em que infância, família, ruídos, vergonha, medo e afeto são reorganizados pela linguagem literária.

O diagnóstico tardio de autismo não aparece como chave explicativa imediata. Antes dele, o leitor atravessa o corpo: sons que ferem, gestos que não se encaixam, silêncios, crises, deslocamentos e uma percepção do mundo que antecede qualquer nome clínico.

A escrita procura transformar experiência em forma. Ao narrar a sobrevivência e a reconstrução, o livro desloca o autismo do campo da explicação para o campo da escuta, da literatura brasileira contemporânea e da complexidade humana.

O menino tinha um jeito de ouvir o mundo parecido com o zumbir das abelhas.

trecho de Re-Cordis

Perguntas que o livro responde

Para leitores, imprensa, busca e IA.

Respostas curtas que ajudam a apresentar o livro sem reduzir sua complexidade.

Como é viver décadas sem compreender o próprio corpo?

O romance acompanha uma vida antes do nome clínico, quando o corpo já sabia o que a linguagem ainda não conseguia dizer.

O que muda quando o diagnóstico chega tarde?

O diagnóstico não apaga a vida anterior, mas reorganiza memórias, dores, cenas e sobrevivências.

Como a linguagem reconstrói uma vida?

A escrita transforma fragmentos em forma, ruído em escuta e memória em literatura.

Re-Cordis é autobiográfico?

É um romance de autoficção: uma vida trabalhada pela memória, pela invenção e pela exigência literária.

Como reservar?

Pelo formulário de pré-reservar. Você entra na lista de leitores interessados e recebe notícias sobre lançamento, preço e envio. Não é compra, ação promocional ou exemplar sem custo.

Gostou da proposta do livro?

A pré-reserva não exige pagamento agora e ajuda a organizar a lista de interessados. O livro será vendido no lançamento.

Recordar é voltar a passar pelo coração. Em Re-Cordis, a memória passa também pelo corpo, pelo ruído, pelo oxigênio e pela língua que nasce antes da fala.

Endossos

Primeiras leituras.

Duas leituras inaugurais: uma vinda da literatura brasileira, outra da origem afetiva da própria história.

“Já li o bastante para saber que o texto deslisa, caro Zé Otavio. Sua pegada é firme e atraente. Vou aguardar o livro em papel certo de que o lerei todo sem pestanejar.”
Antônio Torres
“Todos que imaginam que te conhecem devem ler este livro.”
Nidia Motta — mãe
Pré-reservar

A pré-reserva não exige pagamento agora. Você entra na lista de leitores interessados e recebe uma carta do autor. O livro será vendido no lançamento.

Sinais internos

somlíngua das abelhas
corporespiração curta, arrepios e ânsia
memórialetras e palavras sem som
Re-Cordis
pré-reservar
Pré-reservar